De quando em vez sinto vontade de fazer tudo ao contrário, só para ver no que dá. Me entedia essa vida regrada que a maioria das pessoas insiste em levar – ou "empurrar com a barriga" – e eu preciso mudar, todo dia. Eu mudo, todos os dias. Não faço questão de ter hábitos, ainda que inevitavelmente eu os tenha, principalmente porque hábitos nos escravizam e fazem com que vivamos sempre no comum. Eu tenho verdadeiro pavor do que é comum, do que é costumeiro, daquilo que tanta gente usa como base para uma existência à qual nem a própria pessoa consegue dar um sentido. O que me era caro ontem pode perder todo seu valor amanhã e não sofro em razão disso, porque mantenho o que me serve hoje e basta.
Não entendo por que tudo deve (deve?) ser obrigatoriamente ajustado, enfileirado, organizado. Eu quero desarrumar, quero a chance de modificar, quero poder moldar. Não desejo mais do que aquilo de que sou capaz e se a vida que há em mim é a minha vida, então que eu decida. E a minha decisão é clara: farei tudo ao contrário e, se não ficar satisfeita, mudarei tudo outra vez.
Basta sentir
A vida é agora
O último dia
No meu caso, já sou é bem caotico sendo organizado, imagina não o sendo…
Mas depende de cada, como quer levar a vida (e como se dá bem melhor assim).
Fique com deus, menina Beta.
Um abraço.
Não há evolução significativa quando há equilíbrio.
É num ambiente em desiqulíbrio, até no caos, que as mudanças acontecem com maior frequência e profundidade.
Daí que vc tenha razão no que diz. Mas nem sempre é fácil essa irreverência. E a Beta já deve ter levado muita bofetada por causa dela…
Querida amiga, tenha um excelente fim de semana.
Beijo.

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Daniel Savio
18/06/2009 às 1:46 pm horas.

Gostei da sua posição. Creio que as vezes e quem sabe na maioria delas, mudar tudo…fazer os inversos..quem sabe não nasce algo novo com novas oportunidades! Grande tarde para ti.
Você tem gatos? Obrigada pela visita!